De acordo com o estudo “ Manuel de criação e manejo: Mura, galo de combate”, o Brasil recebeu as primeiras aves de raças combatentes logo no início de sua colonização. Estes animais foram trazidos pelos portugueses e eram originários da Índia, portanto aqui chegaram há mais de 500 anos, difundindo-se por todo o território brasileiro justamente por serem aves rústicas, de extrema resistência e adaptabilidade aos diferentes climas do nosso país de dimensões continentais.
 
Paralelamente à criação caseira para ovos e carne, estas aves também eram utilizadas em combates para o entretenimento dos nobres da corte e do povo. Logo se estabeleceu uma seleção relacionada às competições. Passou-se, então, a selecionar os animais mais fortes e com maior potencial genético de transmissão. Assim, como o próprio povo iniciou a criação de uma espécie única, resultado, pois, da mistura de várias raças combatentes, tais como o aseel indiano, o shamo japonês, o combatente inglês e o bankiva asiático. Do cruzamento de todas estas raças que eram trazidas e importadas pelos criadores, originou-se uma ave genuinamente nacional, a qual  ficou conhecida como “raça Mura”, o verdadeiro galo combatente nacional.
 
 
Os criadores hoje segue o MANUAL MURA, que é reconhecido e aprovado pelo Ministério da Agricultura. No próprio manual encontramos maneira correta como agir com as aves, causando bem está.
 
O manual fala sobre:
1 - Instalações e equipamentos 
2 - Criação e reprodução 
3 - Alimentação 
4 - Principais doenças das aves
5 - Método de Controle das doenças 
6 - O Manejo das aves adultas
7 - Recomendações úteis 
 
 
Até os dias atuais as autoridades policiais agem errado quando fazem apresentações das aves tantos em criatórios que não deveriam fazer, como nas arenas, pois as aves aprendidas acabam sofrendo maus tratos e vindo a falecer e muitas vezes eles querem mandar para o abate. Que pelo entender do Ministro Gilmar Mendes está incorreto, pois não estariam preservando é sim exterminando.