Nas redes sociais, os postulantes à escolha do eleitor nas urnas, conforme a legislação eleitoral, podem postar textos, fotos e vídeos, além de entrevistas com informações sobre a pré-candidatura, assim como posicionamentos políticos, ideias, projetos e ainda, caso queiram, apresentar críticas e discutir temas relacionados à administração pública, assim como propor as soluções que considerarem como representantes do povo, caso eleitos.

É permitido ainda exaltar as próprias qualidades pessoais, apresentar ações que já tenham desenvolvido e as que pretendem desenvolver na política e com direito a pedir o apoio da população ou de determinados setores da sociedade. O único impedimento praticamente é pedir o voto, conforme atesta o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou imprimir o material divulgado em rede social para distribuição ou propagação em carros de som ou qualquer outro sistema sonoro ao público.
 
E neste vasto campo, os pré-candidatos têm aproveitado para levar ao eleitor cada passo dado na política, seja com vídeo ou foto do encontro com determinador apoiador ou a participação de um evento na comunidade, seja na defesa do próprio nome, no enaltecimento das próprias características e opiniões. Além das postagens livres, vários deles, principalmente os que possuem mandatos e concorrem à reeleição, ainda têm se utilizado dos impulsionamentos pagos em meios como o Facebook, como forma de ampliarem a presença diante dos eleitores internautas.