Há prefeituras somente pagando água, luz, telefone, folha e previdência.
O objetivo é evitar desequilíbrio das contas públicas em função da queda de receita decorrente da redução do repasse pelo Fundo de participação dos municípios (FPM) e garantir o pagamento do 13º salário dos servidores.
O próximo ano será mais difícil para as prefeituras da região. Isso porque, a maior parte dos orçamentos municipais de 2019 já apontam para déficit nos valores das receitas. Aliado a isso, a inflação também deverá ter aumento, que resultará em novos percentuais de negociação para o funcionalismo público. “Se 2018 já foi difícil, o próximo ano se desenha como um dos piores para as administração municipais. O momento é de austeridade.