Presidente estadual do PSD avaliou a decisão do governador Rui Costa, definida no último momento, como a melhor para o pleito eleitoral deste ano

Após a quebra de braço, que chegou a criar tensão entre o PT e o PSD de acordo com o pré-candidato ao senado e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ângelo Coronel (PSD), o governador Rui Costa acabou cedendo e apostando no chapão para o pleito eleitoral deste ano.

Para o presidente estadual do PSD,Otto Alencar, a decisão foi acertada para evitar uma “divisão dos blocos” que poderia prejudicar os partidos e a campanha.

“Foi feita a avaliação se podia dividir em duas chapas, uma liderada pelo PT e outra pelo PSD e terminou que depois de avaliar tudo, chegamos a conclusão de que não era bom porque dividia os blocos e pra campanha podia até ser ruim. Já íamos começar com uma divisão na campanha. E se começa com divisão na campanha, poderíamos ter divisão no governo”, avaliou.

Para Otto, a divisão de chapas causaria um mal-estar interno entre os partidos que poderia acabar caindo sobre o colo do governador Rui Costa (PT) e portanto, a decisão pelo chapão, como defendida pelo PSD desde o início, fortalece a campanha,

Prevaleceu a ideia de que se fizesse essa divisão agora seria ruim. Ia abrir margem pra perguntar porque o partido A estaria com o PT e o partido B não, o que houve? Tinha muitos candidatos que não aceitavam nem em um bloco e nem em outro, se alguém perder no bloco A ou no bloco B, a culpa cairia sobre quem depois? Pro governador”, afirmou.