Os municípios de Eunápolis, Porto Seguro e Cabrália estão órfãos de nomes com possibilidades reais de se candidatarem e chegarem a Assembleia Legislativa.
Os antigos e distantes jurássicos começam a deixar suas pegadas nesse terreno vazio. Isso é ruim, dentro do processo de renovação. Um exemplo desse cenário é a aproximação do dep. federal José Carlos Araújo com o grupo de Paulo Dapé. Isso depende da candidatura de ACM Neto para o governo.

Dapé está sem federal, uma vez que ninguém em sã consciência prestará apoio a Lúcio Vieira Lima.
Nesse vazio infame e angustiante cheio de incertezas e medo poucos se aventuram na política.

Nomes com capacidade de agregar votos não existem. Os gatos pingados não têm vidas suficientes para enfrentar uma campanha para deado. Os nomes que estão sendo estampados em panos finos, não têm serviços prestados e nem ideologias.
Portanto, diante desse frágil momento da política regional, onde os grupos políticos batem cabeças sem rumo e direção, percebe-se que, mesmo fragilizado e esmagado pela mídia, o prefeito afastado Robério Oliveira é capaz de reunir forças, levantar a guia e decidir um nome para disar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Esse nome Robério já tem. E dele não abrirá mãos. Larissa Oliveira ainda que nesse momento político desgastado para os Oliveira é o nome com mais condições para o enfrentamento em outubro. Tudo depende muito dos resultados da Justiça.

Por: A Gazeta Bahia