Em filmagem, atacante aparece com cerveja na mão ao lado de amigos; vídeo teria sido gravado neste sábado, véspera do Ba-Vi

Antes do clássico desse domingo, os bastidores do Bahia estavam quentes por conta de um vídeo do atacante Rodrigão. Na filmagem, divulgada nesta madrugada em redes sociais de amigos do jogador, o atleta aparece festejando, dançando e tentando esconder uma garrafa de cerveja em uma das mãos. Recentemente, Rodrigão havia sido alvo de polêmicas em torno se sua forma física. Nesta semana, o Bahia informou que o atacante havia sido vetado previamente para o clássico, devido a dores na região lombar e uma amigdalite.

Ao final do jogo, com toda a polêmica envolvendo Renê Junior e Tréllez, o diretor do Bahia, Diego Cerri, preferiu não comentar o que o clube fará no caso Rodrigão.

– Não vamos falar disso. Estamos saindo de um jogo. Vamos tomar as medidas cabíveis em relação a tudo na semana que vem. É o momento de parar um pouco, respirar. Foi um jogo difícil, equilibrado, em que saímos com os três pontos. Amanhã vamos começar a cuidar de tudo – comentou o dirigente.

Na entrevista coletiva, o técnico Paulo Cézar Carpegiani também foi questionado sobre o assunto. O treinador disse não ter visto o vídeo e destacou que a decisão será da diretoria.

– Eu não sou a pessoa mais apropriada para falar. Digo para vocês que, depois do jogo que fizemos, que foi contra o Corinthians, no domingo, segunda folga, na terça eu fiz minha relação e o Rodrigão estava constando na relação. Choveu muito, aproveitei e não levei os jogadores pro campo. Fiz uma mostra de nossos erros e acertos. No final da conversa, ele foi o último a sair e me pediu desculpa. Não havia necessidade de falar isso pra vocês. Ele veio e me pediu desculpas. Bati nas costas deles e ele disse “Estou com uma contratura”. Ele estava relacionado para viajar. O médico fez contato com ele e disse que estava sem condição. Na terça-feira eu não vi mais o Rodrigão. Não sei informar mais. Então, está girando um vídeo que o pessoal falou, eu não vi. Eu não tenho nada. A direção é que vai ter uma palavra. Eu sou o responsável por dentro do campo. Tento resolver os problemas dentro do campo. Fora, a não ser que peça minha opinião, que seja algo diretamente comigo. Se pedirem minha opinião, eu vou dar – justificou o treinador